Será que vai Chover?

Será que vai chover? Será que terá engarrafamento na estrada? O que meu cliente vai querer amanhã?

Adivinhação? Bola de cristal? Sorte?

Bem sabemos que não é assim no mundo dos negócios. Mas então, de onde vem a capacidade de algumas empresas de prever o que irá agradar ao seu cliente? Como tornar minha empresa mais rentável?

Dados, muitos dados são gerados por sensores, máquinas, dispositivos, veículos, geladeiras, ar condicionado… Eles vêm aos milhões, de todos os lados e podem conter segredos e “fórmulas mágicas”. Mas é preciso saber ver… é necessário ter o decodificador…

O valor não está no volume de dados e sim em saber qual o propósito deles. Primeiro passo para isso é que os altos executivos da empresa possam estabelecer e comunicar claramente seus objetivos e traduzir isto para a ação.

A precisão dos dados

Em 1896, nos primeiros Jogos Olímpicos modernos, em Atenas, Thomas Burke (segundo da esquerda para direita) mudou seu posicionamento na largada dos 100m. O que hoje é padrão para todos os corredores, fez a diferença naquele momento e garantiu a medalha de ouro ao atleta. Assim ocorre no mundo dos negócios. É necessário um novo posicionamento, um olhar diferenciado, para se destacar da concorrência.

E este diferencial pode estar em seus dados. Tente perguntar a eles: quem são meus clientes? Como vivem? Como se comportam? Do que eles gostam? O que eles vão querer amanhã?

Grandes empresas como a Netflix (serviço de streaming de vídeos do mundo e com presença em mais de 130 países) e Spotify (serviço de música digital) estão revolucionando o mundo. Eles conhecem seus clientes, mais do que eles próprios se conhecem. Personalizar o atendimento pode ser seu grande segredo.

E o que isso tem a ver com análise de dados? Imagine que seu serviço de música digital “observa” o estilo de música que você ouve mais. Ele compara seu gosto musical com milhões de outras pessoas com preferências semelhantes. Ele analisa estilo musical, ritmo, língua, época, tudo que possa dar uma noção do que irá agradá-lo mais. Ele relaciona bandas, cantores, músicos, épocas e estilos. E assim, como um presente, ele monta uma lista de músicas exatamente com o seu perfil. Em um dado momento, você se pega pensando que ele o conhece melhor que muita gente… quase melhor que sua própria mãe! Criar essa relação de intimidade com seu cliente faz com que ele seja seu maior aliado.

Recomendar ao cliente o estilo, o produto ou o serviço que mais combina com ele, baseando-se em seus hábitos, preferências e ambiente, irá trazê-lo para mais perto da sua empresa. Pode ser a grande mudança no seu posicionamento de largada nos “Jogos Olímpicos dos Negócios”.

Por Eliane Borges Vaz

Consultora em Processos de TI

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